Tal como tinha dito antes, maio foi um mĂªs trabalhoso. Foi um mĂªs em que tive de me esforçar ao mĂ¡ximo em relaĂ§Ă£o Ă  universidade e da...

Tal como tinha dito antes, maio foi um mĂªs trabalhoso. Foi um mĂªs em que tive de me esforçar ao mĂ¡ximo em relaĂ§Ă£o Ă  universidade e dar tudo por tudo! Em maio desmotivei mais do que nunca em Biologia porque, apesar de adorar este mundo, quero mudar para um que ainda me fascina mais – GenĂ©tica e Biotecnologia. Mas, mesmo assim, tentei fazer tudo direitinho e atĂ© consegui! Em maio senti saudades ao ponto de nĂ£o aguentar mais um dia sem estar com a minha famĂ­lia, ao fim de duas semanas, e entĂ£o fiz a mala e voltei para a minha cidade. Maio foi o mĂªs em que mais de metade das minhas coisas foram levadas da minha cidade universitĂ¡ria para minha casa… foi quando me apercebi que este ano passou a correr, e que nem dei pelo tempo passar! Maio foi o mĂªs em que fui desiludida, pela primeira vez, pelos amigos que fiz desde o inĂ­cio do ano letivo. Foi o mĂªs em que decidi abandonar um projeto no qual estava a gostar imenso de trabalhar, por causa da tamanha estupidez das pessoas. E, por causa disto, fiquei a saber quem estava do meu lado – praticamente toda a gente. Mas, como nem tudo Ă© mau, posso dizer que em maio tambĂ©m me senti a pessoa mais feliz do mundo, pelas mais simples coisas! Em maio dediquei-me mais a mim e fui mais vezes Ă s compras, embora muito contrariada, mas tambĂ©m comprei umas sapatilhas sem ter sido arrastada para um centro comercial para tal coisa! Em maio pensei mais em mim e tomei decisões importantes para o meu futuro, e foi quando percebi que sou eu que o controlo e que nĂ£o tenho de estar dependente de ninguĂ©m. E isto foi a minha maior motivaĂ§Ă£o!

JĂ¡ vem tarde, mas mais vale tarde do que nunca!

… de ir a um cafĂ© com a minha mĂ£e ou com o meu pai, pedir galĂ£o ou meia-de-leite e a funcionĂ¡ria perguntar “clarinho, nĂ£o Ă©?”. E porquĂª...

… de ir a um cafĂ© com a minha mĂ£e ou com o meu pai, pedir galĂ£o ou meia-de-leite e a funcionĂ¡ria perguntar “clarinho, nĂ£o Ă©?”. E porquĂª? NĂ£o sei bem, a minha mĂ£e diz que talvez seja porque nĂ£o sou muito alta e tenho cara de menina.

Se hĂ¡ coisa que odeio – e odeio do fundo do coraĂ§Ă£o – sĂ£o ultimatos. Eu estava num grupo, a trabalhar para um projeto, quando uma das r...

Se hĂ¡ coisa que odeio – e odeio do fundo do coraĂ§Ă£o – sĂ£o ultimatos. Eu estava num grupo, a trabalhar para um projeto, quando uma das raparigas nos lança um ultimato. A razĂ£o? NĂ£o confia em mim e achava que eu tinha andado a mudar as definições de segurança do email do grupo, quando na verdade eu tinha andado apenas a desbloquear a conta que tinha sido temporariamente bloqueada… visto que era eu quem estava responsĂ¡vel pelo email! EntĂ£o ela diz ao grupo que nĂ£o consegue trabalhar assim, ou seja, a desconfiar de mim. E o que propõe ela? “Ou saio eu, ou sai ela…”. Ora, como eu odeio isto e pessoas que o façam, propus entĂ£o a minha saĂ­da porque nĂ£o tenho tempo para trabalhar com crianças com tamanha infantilidade.

Se fiquei magoada? Fiquei… eramos muito amigas e ela nĂ£o tinha qualquer razĂ£o para desconfiar de mim. E eu acho que isto do email foi apenas uma desculpa para eu sair, porque ela jĂ¡ andava com inveja de mim hĂ¡ algum tempo.