HĂ¡ uns dias conheci a triste realidade das Associações que acolhem animais das ruas, quando decidi visitar uma de onde adotei um cĂ£ozinh...


HĂ¡ uns dias conheci a triste realidade das Associações que acolhem animais das ruas, quando decidi visitar uma de onde adotei um cĂ£ozinho.

É realmente triste ver o esforço que os voluntĂ¡rios fazem para manter aquilo limpo, para cuidar dos patudos, para lhes dedicar o seu tempo - mesmo que por vezes seja escasso -, para lhes proporcionar a melhor vida possĂ­vel. Mas nĂ£o Ă© suficiente. Porque nĂ£o Ă© sĂ³ um, dois, trĂªs ou quatro patudos. SĂ£o 250. E nĂ£o hĂ¡ tantos voluntĂ¡rios para tantos animais. A ajuda pode ser muita, mas nunca o suficiente.

Muitos animais para adoĂ§Ă£o… e todos eles estĂ£o vacinados, desparasitados e castrados/esterilizados. SĂ³ lhes falta uma coisa: um lar, uma famĂ­lia que os acolha no quentinho. E era isso mesmo que eu queria fazer. LevĂ¡-los todos comigo para casa, mas nĂ£o posso… Por isso, decidi apadrinhar uns quantos. Decidi tambĂ©m tornar-me voluntĂ¡ria, e passar a fazer parte do grupo de pessoas que tentam o seu melhor para que os bichinhos estejam felizes, das mais variadas formas. Mais um voluntĂ¡rio, mais um(a) cĂ£o/cadela que sai da boxe para ir dar um passeio Ă  beira-mar. E sĂ³ isso jĂ¡ faz a diferença toda!


Skiba, welcome to the family. Love Clover and Rust as much as they love you!

HĂ¡ uns dias dei por terminado um dos melhores capĂ­tulos da minha vida. Disse “adeus” a uma das melhores pessoas que jĂ¡ conheci. Disse “...


HĂ¡ uns dias dei por terminado um dos melhores capĂ­tulos da minha vida. Disse “adeus” a uma das melhores pessoas que jĂ¡ conheci. Disse “adeus” a uma das poucas pessoas que conseguiu fazer-me sentir a rapariga mais feliz do universo. Mas tudo tem um fim… seja ele bom ou mau.
Escrevi este capĂ­tulo da melhor forma que consegui, sem deixar uma Ăºnica coisa por dizer. Vivi a histĂ³ria de uma forma que nunca pensei que fosse possĂ­vel, de uma forma intensa e de cortar a respiraĂ§Ă£o. Por um lado, estou contente que tenha acabado; por outro, tenho pena que assim tenha sido… Mas acontece sempre com um livro que adoramos, certo? Este foi o capĂ­tulo final, e a histĂ³ria acabou num plot twist.

No dia 21 de abril foi o dia de traçar a capa, e de dar por concluída mais uma etapa. Sendo este um momento muito importante para mim f...


No dia 21 de abril foi o dia de traçar a capa, e de dar por concluída mais uma etapa. Sendo este um momento muito importante para mim fazia todo o sentido pedir a uma pessoa em especial para me traçar a capa, além da minha madrinha.

Pedi, entĂ£o, a uma das pessoas mais importantes da minha vida acadĂ©mica (e nĂ£o sĂ³), que me acompanhou o ano passado, porque sĂ³ assim fazia sentido. NĂ£o me arrependi nada! Foi, no mĂ­nimo, recompensador e uma sensaĂ§Ă£o incrĂ­vel.

Ontem agradeci-lhe, mais uma vez, por o ter feito. E ele respondeu-me com a seguinte mensagem: “Sabes que quase chorei (estou a arrepiar-me a escrever isto) quando te tracei a capa e te abracei?! (…) Deixaste a tua marca bem vincada!”. E, naquele momento, achei que nĂ£o havia coisa melhor que me podiam ter dito… porque senti exatamente o mesmo que ele. E fiquei tĂ£o feliz!

Sei que Ă© de pessoas destas que eu preciso na minha vida.

Decidi que vou cuidar mais de mim, a partir de hoje. Vou tirar algum tempo dos meus dias sĂ³ para mim, mesmo naqueles em que precisava d...


Decidi que vou cuidar mais de mim, a partir de hoje. Vou tirar algum tempo dos meus dias sĂ³ para mim, mesmo naqueles em que precisava de 27h. Vou comer de forma ainda mais saudĂ¡vel, vou mimar-me e vou fazer mais vezes aquilo que quero, e deixar de fazer sĂ³ o que tenho de fazer.
Quero sentir-me bem comigo mesma, e nĂ£o hĂ¡ melhor momento do que tornar isto uma rotina.

… e acordar daqui a seis meses? Estou a precisar de uma pausa na minha vida.


… e acordar daqui a seis meses? Estou a precisar de uma pausa na minha vida.

Nunca gostei dos “ adeus ”.


Nunca gostei dos “adeus”.

Uma das coisas que mais odeio Ă© mostrar alguma coisa no meu telemĂ³vel e a pessoa sentir, automaticamente, a liberdade de ver tudo o res...


Uma das coisas que mais odeio Ă© mostrar alguma coisa no meu telemĂ³vel e a pessoa sentir, automaticamente, a liberdade de ver tudo o resto. Se mostro uma imagem, vĂª a galeria toda. Se mostro uma mensagem, lĂª todas as outras.

Eu nĂ£o tenho nada a esconder por lĂ¡, mas nĂ£o gosto que, simplesmente, mexam nas minhas coisas sem pedir autorizaĂ§Ă£o. SĂ£o as minhas coisas!

Sou a Ăºnica que consigo controlar-me bem e ver apenas o que querem que eu veja? É que isto parece ser um mal geral…

É oficial. Estou a tirar a carta de conduĂ§Ă£o, depois de ter andado a adiar. Tive ontem as primeiras aulas de cĂ³digo, e ADOREI!


É oficial. Estou a tirar a carta de conduĂ§Ă£o, depois de ter andado a adiar.
Tive ontem as primeiras aulas de cĂ³digo, e ADOREI!

Acho que jĂ¡ escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razĂ£o? Talvez porq...


Acho que jĂ¡ escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razĂ£o? Talvez porque foste das poucas pessoas que realmente significou demasiado para mim, e que me marcou de uma forma incrĂ­vel. Por isso mesmo nĂ£o consigo deixar de pensar em ti. Mas devia, devia mesmo… Devia conseguir ultrapassar o facto de jĂ¡ nĂ£o estares comigo, porque destrĂ³i-me por dentro um bocadinho mais sempre que me lembro. Admito que jĂ¡ nĂ£o Ă© todos os dias, como no inĂ­cio, mas admito tambĂ©m que, considerando os anos que jĂ¡ passaram desde a tua partida, isto nĂ£o devia afetar-me tanto como afeta.

HĂ¡ momentos em que preciso de ti, e sĂ³ de ti. Momentos em que preciso dos teus conselhos, que eram dos melhores que me deram atĂ© agora. Momentos em que preciso de sentir o que sentia quando mostravas toda a tua preocupaĂ§Ă£o, todo o teu instinto protetor e todo o teu carinho… em relaĂ§Ă£o a mim. Momentos em que despejavas todo o teu conhecimento sobre determinado assunto, e como eu devorava a informaĂ§Ă£o. Fazias tudo isto de uma forma Ăºnica, especial atĂ©, como nunca ninguĂ©m vai conseguir fazer. E Ă© por isso que sinto tanto a tua falta… porque sinto falta desta unicidade.

Acho que, durante algum tempo, foste muito mais do que uma amiga. Acho que, durante algum tempo, me apaixonei por ti, pela tua forma de ser, pela tua personalidade. Isso foi passageiro, passou depressa, mas a falta que me fazes continua aqui. E dĂ³i, dĂ³i muito Ă s vezes.

… e Ă© a primeira vez, desde sĂ¡bado, que ligo o portĂ¡til. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o esta...


… e Ă© a primeira vez, desde sĂ¡bado, que ligo o portĂ¡til. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o estado de ocupada - a estudar para uma frequĂªncia que pior nĂ£o podia ter corrido -, e o estado de social porque quando eu estou mais cansada Ă© quando aqueles que me sĂ£o mais prĂ³ximo me convidam para fazer tudo e mais alguma coisa.

Por isso, desculpem-me a ausĂªncia… enquanto eu vou ver um filme e comer gelado, sĂ³ mesmo para descansar um bocadinho que bem mereço.

HĂ¡ alguns anos atrĂ¡s, numa imagem (que ainda guardo) li: “I don’t know, man… It just makes me so so so sad when you’re watching a cutie...


HĂ¡ alguns anos atrĂ¡s, numa imagem (que ainda guardo) li: “I don’t know, man… It just makes me so so so sad when you’re watching a cutie pie talk about their passion, like when they light up and start bubbling over with words and then, all of a sudden, they stop themselves and say stuff like “Sorry, I just got excited” or “Sorry, I know this is boring”. Like, you know, somewhere in their life someone they respected told them “Shut up, nobody cares” and ever since they can’t talk about their favourite things without apologizing every 5 seconds…”.

Identifiquei-me imenso com isto quando li pela primeira vez e, infelizmente, Ă© algo que nĂ£o mudou. Calo-me muitas vezes por achar que aquilo “nĂ£o interessa nem ao menino Jesus” porque jĂ¡ mo disseram vĂ¡rias vezes em relaĂ§Ă£o a diversos assuntos que eu adorava e dos quais estava a falar, com o maior entusiasmo do mundo. E Ă© realmente triste…

NĂ£o sou perfeita. Tenho os meus defeitos que, na minha opiniĂ£o, Ă© atĂ© o que mais me caracteriza aos olhos dos outros. Porque sĂ£o as pri...


NĂ£o sou perfeita. Tenho os meus defeitos que, na minha opiniĂ£o, Ă© atĂ© o que mais me caracteriza aos olhos dos outros. Porque sĂ£o as primeiras coisas que veem em mim, desde a minha extrema timidez Ă  minha mania de nĂ£o confiar em tĂ£o pouco tempo e, por isso, sentirem que sou muito afastada. Mas, em contraste com isso, estĂ¡ o facto de eu ter qualidades muito boas, e quem consegue passar Ă  fase de me conhecer nĂ£o pode negar isso.

Sei que, por exemplo, sou muito boa amiga, porque quando gosto, gosto com tudo o que tenho. E sou capaz de muita coisa para ajudar aqueles que me sĂ£o mais prĂ³ximos, saindo imensas vezes da minha zona de conforto. Qualquer amigo(a) que tenho sabe, sem qualquer dĂºvida, que se me ligar Ă s 6h da manhĂ£ a pedir ajuda seja para o que for, eu vou estar ali. Mas, ao longo do tempo, tenho percebido que esta minha forma de ser nem sempre Ă© boa para mim. NĂ£o faço isto para ter coisas em troca, e nĂ£o penso nisso sequer, mas Ă s vezes nĂ£o consigo nĂ£o sentir que dou demais de mim porque quase nunca compensam o meu esforço - muitas vezes nĂ£o ajudam quando preciso, nem me apoiam, por muito simples que possam ser as coisas -, o que me leva a ter vĂ¡rios momentos em que fico triste e desiludida. Faço tanto por eles e quando sou eu a precisar onde estĂ£o?

NĂ£o sei ao certo se devia sentir isto tudo, mas a verdade Ă© que sinto e magoa. No entanto, Ă© algo muito meu e que, provavelmente, vai sempre fazer parte de mim. Gostar com tudo o que tenho e ir buscar forças nem sei bem onde para ajudar os que me sĂ£o mais prĂ³ximos, quando as minhas quase nĂ£o sĂ£o suficientes para me levantar da cama. E quando se esgotam todas as minhas forças, resta-me o meu namorado... que Ă© a Ăºnica pessoa, no meio de algumas, com quem posso sempre contar. E se for preciso acordar Ă s 4h da manhĂ£ acorda e fica comigo, mesmo que adore dormir. E eu sĂ³ preciso de sentir que tenho amigos que façam um dĂ©cimo do que ele faz por mim, e nĂ£o tenho.

… o dia foi marcado pela primeira vez em que abri uma conta bancĂ¡ria, completamente sozinha, sem assinaturas e dinheiro dos pais.


… o dia foi marcado pela primeira vez em que abri uma conta bancĂ¡ria, completamente sozinha, sem assinaturas e dinheiro dos pais.

… viajar amanhĂ£, o meu destino seria a Irlanda. E o vosso?


… viajar amanhĂ£, o meu destino seria a Irlanda.
E o vosso?

Faço parte do grupo de pessoas que abre os presentes de Natal na manhĂ£ de dia 25, apesar de todas as insistĂªncias da famĂ­lia. A verdade...


Faço parte do grupo de pessoas que abre os presentes de Natal na manhĂ£ de dia 25, apesar de todas as insistĂªncias da famĂ­lia. A verdade Ă© que desde pequena que assisto a coisas de que nĂ£o gosto na meia-noite do dia 24, coisas essas que me deixavam sempre chateada. Acontece que a minha famĂ­lia Ă© muito gananciosa – enquanto eu sou completamente o oposto -, e aquando a abertura dos presentes estavam todos muito atentos a ver quem recebia o quĂª. E muitas delas amuavam – estamos a falar de pessoas adultas, incrivelmente -, porque o filho nĂ£o recebeu uma prenda tĂ£o boa ou cara como a que ofereceu. Ou porque x pessoa deu melhor prenda a y pessoa do que a ela.
Desde que me fartei completamente disso que me habituei – desde pequena – a controlar a minha ansiedade e curiosidade. Espero sempre pela manhĂ£ de dia 25 para abrir o que Ă© meu, no sossego da minha sala de estar sem ninguĂ©m a cuscar e julgar o que recebi.

EntĂ£o e vocĂªs, 24 ou 25 de Dezembro?

Acho incrĂ­vel a velocidade a que estes Ăºltimos anos tĂªm passado. Lembro-me perfeitamente de todos eles… desde boas a mĂ¡s recordações. E...


Acho incrĂ­vel a velocidade a que estes Ăºltimos anos tĂªm passado. Lembro-me perfeitamente de todos eles… desde boas a mĂ¡s recordações. E isso acaba por ser assustador.
Sei que tenho aproveitado muito bem cada um destes anos, como nĂ£o o fiz durante muito tempo. Tenho conseguido deixar para trĂ¡s o meu passado, e tudo de mal que por lĂ¡ aconteceu. Tenho conseguido ver o lado positivo das coisas menos boas. Tenho arriscado mais do que alguma vez arrisquei. Tenho acordado todos os dias feliz, mesmo quando o cansaço me derrota.
Mas ainda assim, este passar do tempo sem que me aperceba Ă© extremamente assustador.

Hoje Ă© 1 de Dezembro. E hoje começa o meu mĂªs preferido! Sendo eu uma apaixonada pelo Outono e Inverno, pelo frio e pela roupa quentin...


Hoje Ă© 1 de Dezembro. E hoje começa o meu mĂªs preferido!
Sendo eu uma apaixonada pelo Outono e Inverno, pelo frio e pela roupa quentinha, este tinha de ser o meu mĂªs! AlĂ©m de tudo isso, ainda traz consigo a Ă©poca natalĂ­cia, que Ă© sinĂ³nimo de alegria, famĂ­lia e docinhos!

HĂ¡ uns 8 anos que raramente tomo o pequeno-almoço. É verdade… 8 anos. E sempre sabendo que Ă© das coisas mais importantes do nosso dia – ...


HĂ¡ uns 8 anos que raramente tomo o pequeno-almoço. É verdade… 8 anos. E sempre sabendo que Ă© das coisas mais importantes do nosso dia – mereço castigo! Havia sempre uma desculpa como “nĂ£o dĂ¡ tempo” ou “nĂ£o tenho fome”. E havia sempre a mĂ£e a dizer “mas tens de comer, Ava!” e havia sempre a Ava a sair de casa Ă  pressa. Pois bem, desde que vim para a faculdade a coisa tem piorado porque nem a meio da manhĂ£ me apetece comer. BlasfĂ©mia!
NĂ£o pode ser assim – nĂ£o Ă© nada saudĂ¡vel –, e por isso decidi que a partir de amanhĂ£ vou mudar esse hĂ¡bito! Vou tomar o pequeno-almoço (quase) todas as manhĂ£s!

Às vezes, o facto de conseguir prever exatamente certas situações assusta-me. É significado de que algo se tornou banal demais, e eu odei...

Às vezes, o facto de conseguir prever exatamente certas situações assusta-me. É significado de que algo se tornou banal demais, e eu odeio isso.

  Pessoa: Tenho uma surpresa para ti! Eu: O que Ă©? Pessoa: É surpresa, nĂ£o posso dizer! Eu: Mas diz, eu quero saber! Pessoa: Q...

 
Pessoa: Tenho uma surpresa para ti!
Eu: O que Ă©?
Pessoa: É surpresa, nĂ£o posso dizer!
Eu: Mas diz, eu quero saber!
Pessoa: Queres que diga?
Eu: NĂ£o!