Quando alguém importante para mim me conta alguma coisa que fez e que me magoa imenso, deixo de conseguir olhá-lo(a) nos olhos naquele ...


Quando alguém importante para mim me conta alguma coisa que fez e que me magoa imenso, deixo de conseguir olhá-lo(a) nos olhos naquele momento.

Acho que já escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razão? Talvez porq...


Acho que já escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razão? Talvez porque foste das poucas pessoas que realmente significou demasiado para mim, e que me marcou de uma forma incrível. Por isso mesmo não consigo deixar de pensar em ti. Mas devia, devia mesmo… Devia conseguir ultrapassar o facto de já não estares comigo, porque destrói-me por dentro um bocadinho mais sempre que me lembro. Admito que já não é todos os dias, como no início, mas admito também que, considerando os anos que já passaram desde a tua partida, isto não devia afetar-me tanto como afeta.

Há momentos em que preciso de ti, e só de ti. Momentos em que preciso dos teus conselhos, que eram dos melhores que me deram até agora. Momentos em que preciso de sentir o que sentia quando mostravas toda a tua preocupação, todo o teu instinto protetor e todo o teu carinho… em relação a mim. Momentos em que despejavas todo o teu conhecimento sobre determinado assunto, e como eu devorava a informação. Fazias tudo isto de uma forma única, especial até, como nunca ninguém vai conseguir fazer. E é por isso que sinto tanto a tua falta… porque sinto falta desta unicidade.

Acho que, durante algum tempo, foste muito mais do que uma amiga. Acho que, durante algum tempo, me apaixonei por ti, pela tua forma de ser, pela tua personalidade. Isso foi passageiro, passou depressa, mas a falta que me fazes continua aqui. E dói, dói muito às vezes.

… e é a primeira vez, desde sábado, que ligo o portátil. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o esta...


… e é a primeira vez, desde sábado, que ligo o portátil. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o estado de ocupada - a estudar para uma frequência que pior não podia ter corrido -, e o estado de social porque quando eu estou mais cansada é quando aqueles que me são mais próximo me convidam para fazer tudo e mais alguma coisa.

Por isso, desculpem-me a ausência… enquanto eu vou ver um filme e comer gelado, só mesmo para descansar um bocadinho que bem mereço.