Uma das coisas que mais odeio é mostrar alguma coisa no meu telemóvel e a pessoa sentir, automaticamente, a liberdade de ver tudo o res...


Uma das coisas que mais odeio é mostrar alguma coisa no meu telemóvel e a pessoa sentir, automaticamente, a liberdade de ver tudo o resto. Se mostro uma imagem, vê a galeria toda. Se mostro uma mensagem, lê todas as outras.

Eu não tenho nada a esconder por lá, mas não gosto que, simplesmente, mexam nas minhas coisas sem pedir autorização. São as minhas coisas!

Sou a única que consigo controlar-me bem e ver apenas o que querem que eu veja? É que isto parece ser um mal geral…

É oficial. Estou a tirar a carta de condução, depois de ter andado a adiar. Tive ontem as primeiras aulas de código, e ADOREI!


É oficial. Estou a tirar a carta de condução, depois de ter andado a adiar.
Tive ontem as primeiras aulas de código, e ADOREI!

Acho que já escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razão? Talvez porq...


Acho que já escrevi mais textos sobre/para ti do que para qualquer outra pessoa que tenha passado pela minha vida. A razão? Talvez porque foste das poucas pessoas que realmente significou demasiado para mim, e que me marcou de uma forma incrível. Por isso mesmo não consigo deixar de pensar em ti. Mas devia, devia mesmo… Devia conseguir ultrapassar o facto de já não estares comigo, porque destrói-me por dentro um bocadinho mais sempre que me lembro. Admito que já não é todos os dias, como no início, mas admito também que, considerando os anos que já passaram desde a tua partida, isto não devia afetar-me tanto como afeta.

Há momentos em que preciso de ti, e só de ti. Momentos em que preciso dos teus conselhos, que eram dos melhores que me deram até agora. Momentos em que preciso de sentir o que sentia quando mostravas toda a tua preocupação, todo o teu instinto protetor e todo o teu carinho… em relação a mim. Momentos em que despejavas todo o teu conhecimento sobre determinado assunto, e como eu devorava a informação. Fazias tudo isto de uma forma única, especial até, como nunca ninguém vai conseguir fazer. E é por isso que sinto tanto a tua falta… porque sinto falta desta unicidade.

Acho que, durante algum tempo, foste muito mais do que uma amiga. Acho que, durante algum tempo, me apaixonei por ti, pela tua forma de ser, pela tua personalidade. Isso foi passageiro, passou depressa, mas a falta que me fazes continua aqui. E dói, dói muito às vezes.

… e é a primeira vez, desde sábado, que ligo o portátil. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o esta...


… e é a primeira vez, desde sábado, que ligo o portátil. Durante estes dias tenho andado a alternar entre o estado de cansada, o estado de ocupada - a estudar para uma frequência que pior não podia ter corrido -, e o estado de social porque quando eu estou mais cansada é quando aqueles que me são mais próximo me convidam para fazer tudo e mais alguma coisa.

Por isso, desculpem-me a ausência… enquanto eu vou ver um filme e comer gelado, só mesmo para descansar um bocadinho que bem mereço.

Há alguns anos atrás, numa imagem (que ainda guardo) li: “I don’t know, man… It just makes me so so so sad when you’re watching a cutie...


Há alguns anos atrás, numa imagem (que ainda guardo) li: “I don’t know, man… It just makes me so so so sad when you’re watching a cutie pie talk about their passion, like when they light up and start bubbling over with words and then, all of a sudden, they stop themselves and say stuff like “Sorry, I just got excited” or “Sorry, I know this is boring”. Like, you know, somewhere in their life someone they respected told them “Shut up, nobody cares” and ever since they can’t talk about their favourite things without apologizing every 5 seconds…”.

Identifiquei-me imenso com isto quando li pela primeira vez e, infelizmente, é algo que não mudou. Calo-me muitas vezes por achar que aquilo “não interessa nem ao menino Jesus” porque já mo disseram várias vezes em relação a diversos assuntos que eu adorava e dos quais estava a falar, com o maior entusiasmo do mundo. E é realmente triste…

Não sou perfeita. Tenho os meus defeitos que, na minha opinião, é até o que mais me caracteriza aos olhos dos outros. Porque são as pri...


Não sou perfeita. Tenho os meus defeitos que, na minha opinião, é até o que mais me caracteriza aos olhos dos outros. Porque são as primeiras coisas que veem em mim, desde a minha extrema timidez à minha mania de não confiar em tão pouco tempo e, por isso, sentirem que sou muito afastada. Mas, em contraste com isso, está o facto de eu ter qualidades muito boas, e quem consegue passar à fase de me conhecer não pode negar isso.

Sei que, por exemplo, sou muito boa amiga, porque quando gosto, gosto com tudo o que tenho. E sou capaz de muita coisa para ajudar aqueles que me são mais próximos, saindo imensas vezes da minha zona de conforto. Qualquer amigo(a) que tenho sabe, sem qualquer dúvida, que se me ligar às 6h da manhã a pedir ajuda seja para o que for, eu vou estar ali. Mas, ao longo do tempo, tenho percebido que esta minha forma de ser nem sempre é boa para mim. Não faço isto para ter coisas em troca, e não penso nisso sequer, mas às vezes não consigo não sentir que dou demais de mim porque quase nunca compensam o meu esforço - muitas vezes não ajudam quando preciso, nem me apoiam, por muito simples que possam ser as coisas -, o que me leva a ter vários momentos em que fico triste e desiludida. Faço tanto por eles e quando sou eu a precisar onde estão?

Não sei ao certo se devia sentir isto tudo, mas a verdade é que sinto e magoa. No entanto, é algo muito meu e que, provavelmente, vai sempre fazer parte de mim. Gostar com tudo o que tenho e ir buscar forças nem sei bem onde para ajudar os que me são mais próximos, quando as minhas quase não são suficientes para me levantar da cama. E quando se esgotam todas as minhas forças, resta-me o meu namorado... que é a única pessoa, no meio de algumas, com quem posso sempre contar. E se for preciso acordar às 4h da manhã acorda e fica comigo, mesmo que adore dormir. E eu só preciso de sentir que tenho amigos que façam um décimo do que ele faz por mim, e não tenho.